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Helena Gullo
Psicóloga clínica · CRP 06/167899

Psicóloga para Ansiedade · São Paulo e Online

Psicóloga clínica · CRP 06/167899

Você sabe que está sendo
duro demais
com você mesmo.

A autocobrança constante, os pensamentos que não largam e a sensação de estar sempre errando têm uma origem. A psicanálise trabalha para entender o que está por trás desse ciclo, não apenas para aliviar os sintomas.

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Adiar a busca por ajuda tem um custo: a ansiedade que hoje aparece como autocobrança e pensamentos que não param tende a se espalhar para os relacionamentos, para o trabalho e para o corpo.

Nos relacionamentos, a irritabilidade e o ciúme crescem; pessoas próximas vão ficando de lado. No trabalho, concentrar fica mais difícil, e expor uma ideia ou se posicionar vira um peso. No corpo, vêm a insônia, a tensão muscular, o coração acelerado: sinais de que o sistema nervoso está em alerta há tempo demais.

O que mais pesa, porém, é a sensação de que a vida foi ficando menor. Os desejos somem, o que antes dava prazer perde a cor, e a pessoa continua funcionando com a impressão de só estar atravessando os dias.

Helena Gullo

O que você pode trabalhar na sua terapia

Menos culpa, mais leveza

A autocobrança excessiva consome energia que poderia ir para o trabalho, os relacionamentos, os próprios desejos. O processo terapêutico ajuda a identificar de onde vem esse nível de exigência e, com o tempo, tende a reduzi-lo.

Dar nome ao que você sente

Uma das mudanças mais visíveis ao longo da terapia é conseguir identificar e dar nome ao que você sente. Isso muda a qualidade das conversas, reduz a sensação de estar à deriva e melhora a comunicação com as pessoas próximas.

Tratar a origem, não só o sintoma

Ansiedade, pensamentos que não param e culpa constante não vão embora só porque você decide que deveriam. Quando se silencia o sintoma sem entender o que está por trás dele, ele tende a voltar de outro jeito. A psicanálise começa por uma pergunta diferente, e é dela que vem a mudança que dura.

Sair do ciclo que se repete

Talvez você sinta que vive as mesmas situações, reage da mesma forma e não consegue mudar. A terapia ajuda a enxergar esses padrões e a entender de onde vêm, abrindo espaço para escolhas diferentes.

Relacionamentos que funcionam melhor

À medida que você ganha clareza sobre si mesmo, a forma como se relaciona muda. A irritabilidade diminui, a comunicação melhora, e os vínculos com parceiros, família e colegas tendem a se fortalecer.

Helena Gullo

Psicóloga clínica · CRP 06/167899

Quem chega até mim costuma estar exausto de se cobrar e de não conseguir desligar a cabeça. Meu primeiro contato com a psicanálise foi aos 16 anos, numa disciplina da escola. Na mesma época, comecei minha própria análise, o que transformou a teoria em algo vivido. Desde então, nunca parei de estudar. Na faculdade, me aproximei da psicopatologia e da crítica à hiper-patologização do sofrimento. A ansiedade me chamou atenção pelo tamanho que tomou na vida contemporânea, e pelo quanto ainda é mal compreendida.

Meu estilo de atendimento combina acolhimento e análise. O acolhimento é necessário desde o início: o paciente que chega fragilizado precisa se sentir seguro antes de conseguir se abrir. A postura analítica vem depois, construída junto com o vínculo. Parte do trabalho envolve revisitar experiências difíceis, às vezes traumáticas. É nesse movimento que o sofrimento começa a fazer sentido.

O que costumo ouvir ao longo do processo são frases como "nunca tinha pensado nisso antes". Pacientes relatam mudanças na forma de se relacionar, na carreira, nos vínculos afetivos e uma maior compreensão de si mesmos. São pessoas que encontraram as próprias respostas, em vez de receber respostas prontas.

  • Graduação em Psicologia pela PUC-SP
  • 5 anos e meio de experiência clínica
  • Especializanda em Neuropsicologia pela Santa Casa
  • Aperfeiçoamentos em Psicopatologia Psicanalítica, Clínica Psicanalítica e Ansiedade/Angústia — Instituto Sedes Sapientiae
Helena Gullo

Como começa a terapia

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Entre em contato pelo WhatsApp

Você me envia uma mensagem e eu respondo pessoalmente. Combinamos um dia e horário para uma primeira conversa: a sessão inicial.

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Sessão inicial

Você me conta o que te trouxe até aqui. Faço algumas perguntas sobre esses motivos e sobre sua história de vida. No final, conversamos sobre frequência, horário, valor e combinados práticos. Você também pode tirar qualquer dúvida.

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O processo terapêutico

A partir da segunda sessão, começa a terapia em si. O trabalho parte da associação livre: você fala sobre o que vier à cabeça, sem roteiro e sem "falar certo" ou "falar errado". É um processo longo, mas os efeitos costumam aparecer antes do que se imagina.

Helena Gullo
Por que terapia?

A psicanálise parte de uma pergunta diferente: não "como eliminar esse sintoma", mas "por que esse sintoma existe para você".

Quem chega à terapia quase sempre já tentou outras saídas. Vídeos de autoajuda, conselhos de quem gosta de você, às vezes até terapia com alguém com quem a conversa não engatou. O que costuma faltar nessas tentativas é a escuta do que é só seu: a sua história, o que veio antes, o que faz esse padrão se repetir justamente em você.

Quando um sintoma desaparece sem que o conflito que o produziu seja compreendido, o sofrimento tende a reaparecer de outras formas. O trabalho terapêutico envolve revisitar a própria história, incluindo experiências difíceis. Falar sobre isso num espaço seguro, e ser ouvido de verdade, muda aos poucos o peso que essas experiências têm sobre você. A autocrítica perde força. A distinção entre o que a ansiedade projeta e o que de fato está acontecendo fica mais clara. E a sensação de que nada muda começa a ceder, primeiro devagar, depois como algo que você sente de verdade no dia a dia.

Se você ainda tem dúvidas sobre como funciona o processo ou se é para você, esse vídeo pode ajudar.

Vídeo em breve

Perguntas frequentes

Fale livremente sobre o que vier à cabeça. Isso define a metodologia da associação livre: sem roteiro, sem "falar certo" ou "falar errado". Tudo o que surge pode ter importância e fazer parte do processo. Mais do que entender intelectualmente como funciona, o que importa é vivenciar. A psicoterapia é, antes de tudo, uma experiência.
A psicanálise é uma abordagem que busca entender por que um sofrimento existe para aquela pessoa específica — e não apenas como fazê-lo parar. Partimos do pressuposto de que sintomas têm uma origem, e que eliminar o sintoma sem compreender o conflito que o produz tende a fazer o sofrimento reaparecer de outras formas. O trabalho envolve escuta, livre associação e revisão da história de vida do paciente, incluindo experiências difíceis e traumáticas.
Uma vez por semana, com duração de 50 minutos. Em momentos de crise ou períodos mais difíceis, é possível realizar duas sessões semanais e retornar à frequência regular depois.
É um processo longo por natureza. Depende muito do grau de engajamento e de outras variáveis individuais. Em geral, em um ano de terapia já é possível perceber efeitos concretos.
Não atendo por convênio. Em caso de dúvidas sobre valores e formas de pagamento, podemos conversar na sessão inicial.
Você me envia uma mensagem pelo WhatsApp e eu respondo diretamente. Combinamos um dia e horário para a sessão inicial, onde conversamos sobre o que te trouxe, sua história e os combinados práticos do processo.
Sim. É possível marcar sessões extras ou de emergência conforme a necessidade.
Sim. A sessão inicial já faz parte do processo, mas é também o momento em que você pode avaliar se quer continuar.
Sim. Atendo online sempre num ambiente reservado, com atenção à acústica e à privacidade, garantindo o sigilo e o conforto da sessão.
A terapia oferece escuta qualificada num espaço sem julgamento pessoal. É possível falar sobre sentimentos e experiências que geram vergonha ou culpa sem o receio de afetar o vínculo com quem ouve. Além disso, amigos e familiares, por mais próximos que sejam, não têm formação para auxiliar tecnicamente na elaboração dessas dificuldades. A terapia não é desabafo: é um processo com método, teoria e objetivos clínicos.

Tentar dar conta de tudo sozinho não é sinal de força.

Procurar terapia é um movimento de cuidado com a própria vida.